terça-feira, 25 de novembro de 2014

Notícias de Araruama

Encontro Intermunicipal de Educação Inclusiva acontece em Araruama nesta sexta-feira

A Prefeitura de Araruama, através da Secretaria Municipal de Educação, realiza na próxima sexta-feira, dia 28, o Encontro Intermunicipal de Educação Inclusiva no auditório da Universidade Cândido Mendes. O evento acontece de 8h30 às 17h30, contando com a participação de educadores de municípios de toda a Região dos Lagos.

Um dos destaques da programação é a palestra “Inclusão: muitos olhares, vários caminhos e um grande desafio”, com a fonoaudióloga e psicomotricista Fátima Maria Oliveira Alves.

No período da tarde, acontece a mostra de ações inclusivas, com a apresentação de experiências nos vários setores do espaço pedagógico. Ligia de Faria Souza falará sobre a coordenação do Atendimento Educacional Especializado. Vyvian Steffanie da Fontoura aborda a coordenação da Formação Continuada. A deficiência auditiva é o tema abordado por Eduardo Fontoura. Alessandra Damasceno Santos falará sobre a orientação aos casos de deficiência física. A professora Alessandra Santarém Ramos apresenta o trabalho realizado na Sala de Recursos.

De acordo com a chefe da Divisão de Educação Inclusiva da Secretaria de Educação, Rita de Cássia Scaramella, a questão da inclusão está diretamente ligada ao respeito, ao amor e à valorização do ser humano e sua diversidade.

“Chegará um dia em que não mais falaremos em inclusão. Todos nós somos diferentes, independentemente de sexo, cor, tipo físico, hábitos e cultura. Nossa Constituição garante que todos somos iguais perante a lei, sem qualquer distinção. E essa realidade inclusiva é uma meta fundamental no desenvolvimento da educação em nosso país”, disse.

Por Camilo Mota

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

A Educação Proibida | Legendado HD Brasil | Completo


O desenho e o desenvolvimento das crianças

Os rabiscos ganham complexidade conforme os pequenos crescem e, ao mesmo tempo, impulsionam seu desenvolvimento cognitivo e expressivo

Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)
"Sabia que eu sei desenhar um cavalo? Ele está fazendo cocô." 
"Vou desenhar aqui, que tem espaço vazio."

"O cavalo ficou escondido debaixo disso tudo!" Joana, 3 anos

Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)
No início, o que se vê é um emaranhado de linhas, traços leves, pontos e círculos, que, muitas vezes, se sobrepõem em várias demãos. Poucos anos depois, já se verifica uma cena complexa, com edifícios e figuras humanas detalhados. O desenho acompanha o desenvolvimento dos pequenos como uma espécie de radiografia. Nele, vê-se como se relacionam com a realidade e com os elementos de sua cultura e como traduzem essa percepção graficamente.

Toda criança desenha. Pode ser com lápis e papel ou com caco de tijolo na parede. Agir com um riscador sobre um suporte é algo que ela aprende por imitação - ao ver os adultos escrevendo ou os irmãos desenhando, por exemplo. "Com a exploração de movimentos em papéis variados, ela adquire coordenação para desenhar", explica Mirian Celeste Martins, especialista no ensino de arte e professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie. A primeira relação da meninada com o desenho se dá, de fato, pelo movimento: o prazer de produzir um traço sobre o papel faz agir.

Os rabiscos realizados pelos menores, denominados garatujas, tiveram o sentido ampliado sob o olhar da pesquisadora norte-americana Rhoda Kellogg, que observou regularidades nessas produções abstratas (veja no topo da página o desenho de Joana, 3 anos, e sua explicação).Observando cerca de 300 mil produções, ela analisou principalmente a forma dos traçados (rabiscos básicos) e a maneira de ocupar o espaço do papel (modelos de implantação) até a entrada da criança no desenho figurativo, o que ocorre por volta dos 4 anos.

No período de produção de garatujas, ocorre uma importante exploração de suportes e instrumentos. A criança experimenta, por exemplo, desenhar nas paredes ou no chão e se interessa pelo efeito de diferentes materiais e formas de manipulá-los, como pressionar o marcador com força e fazer pontinhos. Essa atitude de experimentação tem valor indiscutível na opinião de Rhoda: "Para ela 'ver é crer' e o desenho se desenvolve com base nas observações que a criança realiza sobre sua própria ação gráfica", ressalta Rosa Iavelberg, especialista em desenho e docente da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), no livro O Desenho Cultivado da Criança: Práticas e Formação de Educadores. Esse aprendizado durante a ação é frisado pela artista plástica e estudiosa Edith Derdyk: "O desenho se torna mais expressivo quando existe uma conjunção afinada entre mão, gesto e instrumento, de maneira que, ao desenhar, o pensamento se faz".
De início, a criança desenha pelo prazer de riscar sobre o papel e pesquisa formas de ocupar a folha.
Com o tempo, a criança busca registrar as coisas do mundo

Uma das principais funções do desenho no desenvolvimento infantil é a possibilidade que oferece de representação da realidade. Trazer os objetos vistos no mundo para o papel é uma forma de lidar com os elementos do dia a dia. "Quando a criança veste uma roupa da mãe, admite-se que ela esteja procurando entender o papel da mulher", explica Maria Lúcia Batezat, especialista em Artes Visuais da Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc). "No desenho, ocorre a mesma coisa. A diferença é que ela não usa o corpo, mas a visualidade e a motricidade." Esse processo caracteriza o desenhar como um jogo simbólico (veja abaixo o comentário de Yolanda, 5 anos, sobre seu desenho).
Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)
"Esse aqui não é um coelho. Não me diga que é um coelho porque é um boi bebê. Eu estou fazendo uma galinha que foi botar ovo no mato. Quer dizer, uma menina que foi pegar plantas no mato para dar ao marido." Yolanda, 5 anos
Muitos autores se debruçaram sobre as produções gráficas infantis, analisando e organizando-as em fases ou momentos conceituais. Embora trabalhem com concepções diferentes e tenham chegado a classificações diversas, é possível estabelecer pontos em comum entre as evolutivas que estabelecem. Pesquisadores como Georges-Henri Luquet (1876-1965), Viktor Lowenfeld (1903-1960) e Florence de Mèridieu oferecem elementos para a compreensão dos desenhos figurativos das crianças, destacando algumas regularidades nas representações dos objetos.
Desenhar é uma forma de a criança lidar com a realidade que a cerca, representando situações que lhe interessam.
Mais cedo ou mais tarde, todos os pequenos se interessam em registrar no papel algo que seja reconhecido pelos outros. No começo, é comum observar o que se convencionou chamar de boneco girino, uma primeira figura humana constituída por um círculo de onde sai um traço representando o tronco, dois riscos para os braços e outros dois para as pernas. Depois, essa figura incorpora cada vez mais detalhes, conforme a criança refine seu esquema corporal e ganhe repertório imagético ao ver desenhos de sua cultura e dos próprios colegas.
Uma das primeiras pesquisas dos pequenos, assim que entram na figuração, é a relação topológica entre os objetos, como a proximidade e a distância entre eles, a continuidade e a descontinuidade e assim por diante. Em seguida, eles se interessam em registrar tudo o que sabem sobre o modelo ao qual se referem no desenho, e é possível verificar o uso de recursos como a transparência (o bebê visível dentro da barriga mãe, por exemplo) e o rebatimento (a figura vista, ao mesmo tempo, por mais de um ponto de vista). Assim, a criança se aproxima das noções iniciais de perspectiva e escala, estruturando o desenho em uma cena, sem misturar na mesma produção elementos de diferentes contextos (veja abaixo a produção de Anita, 5 anos, que detém essas características).
Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)
"Vou desenhar a minha casa. Aqui é o portão e tem uma janela aqui." Anita, 5 anos 
"Dá para ver a sua mãe dentro de casa?"
 Repórter
"Não, porque a porta parece um espelho. Só daria se a janela estivesse aberta." Anita
O desenho é espontâneo ou é fruto da cultura?

Entre os principais estudiosos, há uma cizânia. Há os que defendem que o desenho é espontâneo e o contato com a cultura visual empobrece as produções, até que a criança se convence de que não sabe desenhar e para de fazê-lo. E há aqueles que depositam justamente no seu repertório visual o desenvolvimento do desenho. Nas discussões atuais, domina a segunda posição. "A única coisa que sabemos ser universal no desenho infantil é a garatuja. Todo o resto depende do contexto cultural", diz Rosa Iavelberg.
Detalhes da figura humana, noções de perspectiva e realismo visual são elementos da evolução do desenho.

Essa perspectiva não admite o empobrecimento do desenho infantil, mas entende que a criança reconhece a forma de representar graficamente sua cultura e deseja aprendê-la. Assim, cai por terra o mito de que ela se afasta dessa prática quando se alfabetiza. "O desenho é uma forma de linguagem que tem seus próprios códigos", diz Mirian Celeste Martins. "Para se aproximar do que ele expressa, é preciso fazer uma escuta atenta enquanto ele é produzido." Para Mirian, a relação entre a aquisição da escrita e a diminuição do desenho ocorre porque a escola dá pouco espaço a este quando a criança se alfabetiza - algo a ser repensado em defesa de nossos desenhistas.

* Os desenhos e os diálogos publicados nesta reportagem são de crianças de 3 a 5 anos da Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

O Livro Tibetano dos Mortos ( COMPLETO )

George Harrison ~ Samsara Davanala

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

sexta-feira, 7 de novembro de 2014


 LICENCIATURA DE PSICOMOTRICIDAD.
                                                                                                                                
EUTM – FACULTAD DE MEDICINA
UNIVERSIDAD DE LA REPUBLICA

Montevideo, 5 de noviembre de 2014.

En el presente año 2014 se han cumplido 20 años de trabajo en Educación Psicomotriz en el marco del Convenio: Educación Psicomotriz. Licenciatura de Psicomotricidad EUTM Facultad de Medicina. Universidad de la República y la Administración Nacional de Educación Pública. (ANEP) Consejo de Educación Inicial y Primaria (CEIP).
Durante los últimos 20 años lectivos, en el marco de este convenio, cada año, más de mil niños y sus familias, de Jardines de Infantes Públicos de ANEP-CEIP de Montevideo y Paysandú,  se han beneficiado de las Intervenciones en Educación Psicomotriz  que semanalmente realizan docentes y estudiantes de la Licenciatura de Psicomotricidad EUTM Facultad de Medicina. 
Esta tarea de extensión universitaria, de compromiso con la sociedad y de articulación entre entidades públicas, ha posibilitado resolución de problemas, ha  contribuido al cambio de paradigmas en la formación universitaria de Psicomotricistas en nuestro país, (con modificaciones de planes de estudios, y orientación de líneas de investigación), y ha hecho indudables contribuciones a la implementación de Políticas Nacionales en Primera Infancia.
El trabajo conjunto, y coordinado con la Inspección Nacional de Educación Inicial ha permitido la formación curricular de nuestros estudiantes de grado y ha permitido la formación en Servicio de maestros y estudiantes de las Instituciones Educativas del CEIP donde se desarrollan estas acciones educativas.
Con motivo de conmemorar los veinte años continuos,  de acciones conjuntas con ANEP CEIP, los invitamos a la actividad académica:

Veinte años del Convenio: “Educación Psicomotriz”.

Licenciatura de Psicomotricidad  EUTM. Facultad de Medicina. UdelaR.
Administración Nacional de Educación Pública. (ANEP)
Consejo de Educación Inicial y Primaria. (CEIP).

Miércoles 19 de noviembre 2014.- Hora 18:00
(Acceso Libre)

MEC (Ministerio de Educación y Cultura).

Sala Alba Roballo

Reconquista 535- Montevideo-

Agradecemos contar con su presencia y participación.


Prof. Adj. Mariela Peceli                           Prof. Lic. Juan Mila Demarchi.

Coordinadora de Áreas                            Profesor Director.
                                                                 




Programa de la Actividad Académica.





Veinte años del Convenio: “ Educación Psicomotriz”.


Licenciatura de Psicomotricidad  EUTM. Facultad de Medicina. UdelaR.

Administración Nacional de Educación Pública. (ANEP)

Consejo de Educación Inicial y Primaria. (CEIP).





Miércoles 19 de noviembre 2014- Hora 18:00

MEC (Ministerio de Educación y Cultura).

Sala Alba Roballo

Reconquista 535  - Montevideo-
(Acceso Libre)



*Encuentro con el Profesor Bernard Aucouturier. Tours – Francia.


*El trabajo realizado y los desafíos por venir.
  Prof. Lic. Juan Mila 
  Prof.Adj. Lic. Mariela Peceli



*Entramando la Práctica Psicomotriz y la Práctica de Aula.
  Maestras Inspectoras de Educación Inicial.

Hospital de Clínicas -Avenida Italia S/N piso 19- Telefax 2487323 Montevideo.
Centro UniversitarioPaysandú . Calle Florida 1065. Paysandú
Uruguay.